terça-feira, 7 de junho de 2016

Crítica do vídeo de Débora Kan

   A primeira coisa a chamar nossa atenção no vídeo da Débora é, acima de tudo, a música. Curiosa e com o tom de suspense prende nossa atenção para saber do que se trata exatamente o vídeo. Logo começam a aparecer flashes do objeto interativo, o que monta um clima de suspense mais intenso. Portanto, a tilha sonora, neste caso, ajudou para a vontade de interagir com o objeto, sem atrapalhar o relacionamento pessoa-objeto.
   Porém, como o clima de suspense ficou muito bom, fez nós, expectadores, criarmos expectativas, que não são tão bem atendidas, pois mesmo com o objeto revelado, a trilha continua a mesma e a interação em si não é muito explorada, o que deixa-nos confusos, mas ainda idealizando como interagiríamos com o trabalho exposto.

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